Delegação do MININT mobiliza efetivos para actualização do registo eleitoral em Cabinda
O processo de actualização de dados eleitorais e prova de vida na província de Cabinda ganhou, nesta quarta-feira, 1 de Julho, um forte impulso institucional. A Delegação Provincial do Ministério do Interior iniciou uma campanha interna de mobilização para garantir que todos os efetivos dos diferentes órgãos regularizem a sua situação cívica atempadamente.
Para dar o exemplo, os membros dos Conselhos Consultivos da Delegação Provincial do MININT e do Comando Provincial da Polícia Nacional deslocaram-se em bloco ao Balcão Único de Atendimento ao Público (BUAP) n.º 01, localizado na antiga sede da administração municipal de Cabinda, onde cumpriram com os trâmites do registo oficioso.
A comitiva de altas patentes foi encabeçada pelo Delegado Provincial do MININT e Comandante Provincial da Polícia Nacional, Comissário Francisco Notícia Baptista. Após a conclusão do seu processo de actualização, o oficial comissário garantiu que o alerta de mobilização já foi acionado para todas as esquadras e unidades da província.
"Viemos actualizar os nossos dados no âmbito do registo eleitoral oficioso, no sentido de cumprirmos com esse dever cívico que nos habilita a participar do processo eleitoral. O efetivo do MININT em Cabinda está totalmente mobilizado e asseguramos uma participação massiva", afirmou o responsável.
Durante a sua intervenção, o Comissário Francisco Notícia Baptista deixou uma diretriz clara de que nenhum efetivo da Polícia Nacional ou órgão afeto ao MININT deve deixar o registo para a última hora.
O Comandante Provincial justificou esta exigência com a responsabilidade acrescida que a farda representa perante a sociedade, frisando que a classe castrense deve servir de modelo para a população civil na organização e cumprimento dos prazos estabelecidos no processo.
"Temos duas missões eleitorais fundamentais: participar do processo de atualização de dados e prova de vida, enquanto cidadãos, e garantir o asseguramento e a ordem pública durante as eleições, enquanto forças de segurança". Finalizou.
